Crimes virtuais, violências reais.

07 set 2010 | By

Esse post é para alertar alguns perigos na rede virtual, com funestas consequências para o usuário de redes de relacionamentos, em sua vida real.É sadio o relacionamento a distância, fazer novas amizades, trocas de fotos, conhecer novos mundos, novas culturas, mas ha de se precaver, tomar certos cuidados, não fornecer dados pessoais, telefone, endereço residêncial, comercial, falar sobre a vida pessoal, por precaução, não por desconfiança e má fé.Por acaso teremos certeza absoluta da conduta moral do que esta do outro lado de um computador? Teremos certeza se esta pessoa esta mesmo onde ela diz estar? Sua intenção é mesmo só amizade? O que pesquisei e aqui coloquei são alguns alertas para as redes de relacionamentos e também para Second Life.

Esses textos abaixo falam de perigos eminentes que corremos todos os dias ao usar a internet em redes de relacionamentos, ficam aqui como alerta para nós, nossos entes queridos, e para alertarmos pessoas desinformadas em relação ao assunto.Se acaso estiver percebendo, o que abaixo esta escrito, acontecendo com você , denuncie, a denuncia fará que este mal seja definitivamente exterminado.Pessoas que agem desta forma, além de terem que responder perante a lei precisam urgentemente de tratamento psicológico e psiquiatrico.

Textos extraídos da internet.

Tráfico de mulheres fez 100 mil vítimas na AL e no Caribe em 2006
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da Efe, em Buenos Aires

O tráfico de mulheres gera receitas anuais de US$ 32 bilhões no mundo todo, e 85% desse dinheiro vem da exploração sexual, que só na América Latina e no Caribe fez 100 mil vítimas em 2006.São dados de um relatório da Organização Internacional de Migrações (OIM), fornecido pelo diretor regional do Cone Sul do órgão, Eugenio Ambrosi, que declarou que uma mulher pode ser “vendida” para uma rede de exploração sexual por entre US$ 100 e US$ 1.600.As vítimas das organizações que traficam pessoas para obrigá-las a exercer a prostituição geram um lucro líquido de US$ 13 mil para seus exploradores, disse o funcionário italiano.O estudo da OIM, que se concentrou na Argentina, no Chile e no Uruguai, revela que as vítimas costumam ser mulheres de classe social baixa, que vivem em um ambiente de marginalidade, com um entorno familiar instável, além do precário nível educacional. Assim, com pequenas possibilidades de trabalho, essas mulheres estão predispostas a migrar e cair em diferentes esquemas.Há muitos ganchos para atrair estas mulheres, mas na maioria das vezes, são outras mulheres, ligadas de alguma maneira com o âmbito familiar da vítima, e que têm a confiança da vítima, como vizinhas ou até mesmo membros da própria família, que apresentam uma oferta de emprego bem remunerada no exterior, ou em seu país, mas longe da família.Os captadores também recorrem a táticas como a publicação de anúncios, nos quais o trabalho a desenvolver não está claramente especificado, testes de elenco para trabalhar no mundo da publicidade, ou como modelos, e até seqüestros.Na maioria dos casos, os “contratantes” se encarregam das despesas da viagem. Assim, quando as mulheres chegam a seu destino, já têm uma dívida contraída.

Abusos

Ambrosi destacou que as vítimas do tráfico de mulheres podem se transformar em captadoras ou exploradoras, seja por coação ou como resultado dos abusos sofridos, e que pelo menos 50% das mulheres não têm consciência da sua condição de vítima.Além dos agentes diretos, o tráfico também conta com a intervenção dos secundários, como motoristas de táxis, funcionários públicos, policiais, juízes e políticos, que colaboram implicitamente ou que, com sua indiferença, tornam possível este tipo de prática.A relevância de algumas das figuras envolvidas no processo dificulta a declaração das vítimas e a interposição de denúncias, e atualmente não existe um sistema de proteção para estas na Argentina, no Chile e no Uruguai, porque esta prática não é considerada um crime. Por isso, os exploradores têm que ser julgados por outras causas.O tráfico sexual de pessoas na Argentina registrou 47 casos penais durante 2006, das quais 30% corresponderam a menores de idade e, entre 50% e 60%, a mulheres de 18 a 24 anos.Além disso, foram registradas 400 denúncias de desaparecimento durante o ano passado, dentre as quais a maioria corresponde ao perfil das mulheres seqüestradas para o tráfico sexual.

Países

O relatório revela que a Província de Tucumán (nordeste da Argentina) é onde mais se recorre ao seqüestro para o recrutamento.A Argentina, onde o predomínio é do tráfico interno, também é um país de passagem de mulheres latino-americanas para a Europa, e um receptor de dominicanas e paraguaias, destacou Ambrosi.Cerca de 52% dos 118 casos de paraguaias vítimas do tráfico sexual analisadas pela OIM em 2005 tiveram a Argentina como destino final.Em 2006, o Chile foi o país de destino para 40% de mulheres argentinas, 25% de peruanas, 24% de colombianas, 5% de chinesas e 2% de dominicanas, brasileiras e equatorianas.O estudo também revela que o Uruguai não é um país de destino de vítimas do tráfico com fins de exploração sexual, embora alguns casos de mulheres argentinas e brasileiras tenham sido registrados. No entanto, o Uruguai é um exportador para países como Espanha e Itália e, em menor escala, para Argentina e Alemanha.

Fonte de pesquisa

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u104377.shtml

CRIME VIRTUAL, VIOLÊNCIA REAL
Fonte de pesquisa – www. censura.com.br
01 de janeiro de 1998
“A PEDOFILIA É UMA DOENÇA QUE DEVE SER COMBATIDA NAS FAMÍLIAS, NAS ESCOLAS, EM TODAS AS INSTITUIÇÕES. A PREVENÇÃO DEVE SER FEITA COM EDUCAÇÃO E INFORMAÇÃO. E A PUNIÇÃO SÓ SE DÁ COM A DENÚNCIA E O RIGOR DA LEI.”
Roseane Miranda sobre a prevenção e combate à pedofilia na sociedade.“Uma seqüência de fotos mostra ela acorrentada sendo violentada. A mão dela está totalmente roxa. Deveria estar há um dia amarrada para ficar nesse estado. A sensação é que a alma daquela criança já não está mais ali”Estas imagens mudaram a vida de Anderson e Roseane; eles estavam conversando em uma sala de bate-papo quando as imagens surgiram na tela do computador. As imagens mostravam uma menina de 6 anos sendo estuprada. Chocados, criaram em 1998 o site Censura.com.br. Com denúncias na internet, tiveram o apoio da Secretaria Especial de Direitos Humanos (Sedh) do Governo Federal e a adesão de internautas do mundo todo, o site deu origem à Campanha Nacional de Combate à Pedofilia online.Existe um comércio que alimenta a pedofilia onde fotos e videos de crianças são vendidos e chegam a movimentar U$S 5 bilhões por ano no mundo. Também constam dados de uma pesquisa realizada nos EUA, dizendo que de cada 5 crianças que navegam na internet, uma recebeu proposta de um pedófilo, e uma a cada 33 já se comunicou, através de telefone e recebeu dinheiro ou passagem para se encontrar com um criminoso.“Uma empresa pode abrir um site de pedofilia no exterior e cobrar via cartão de crédito o download das fotos. Diversas empresas ligadas ao mercado do sexo anunciam nesses sites, que para manter os “clientes”, contratam especialistas em aliciar, estuprar e fotografar crianças. A pedofilia online alimenta a violência na vida real”Pais e filhos, inconscientes dos perigos da rede são presas fáceis de pedófilos. Uma criança ingenuamente não identifica um adulto se passando por um amiguinho da mesma idade. Uma dica é: Retirar o computador do quarto da criança, colocar em local onde possa estar vigiando sempre. Olhe sempre o histórico de navegação antes de fechar o computador para saber os passos que seu filho deu dentro da web. Computador no quarto também é veículo para o tráfico da pornografia infantil.

RELATÓRIO ANUAL DA ONG TELEFONO ARCOBALENO – ITÁLIA
Por Anderson e Roseane Miranda
09 de fevereiro de 2010
Roma, 9 de fevereiro de 2010 – RELATÓRIO SOBRE A PEDOFILIA.

A pedofilia na Internet aumentou 16,5% em relação ao ano de 2008.São criados 135 novos sites de pedofilia na Internet por dia, e três grupos de pedofilia em redes sociais.Este é o quadro que emergiu a partir do “14º Relatório Anual sobre Pedofilia on line” divulgado pela Telefono Arcobaleno (Observatório Internacional), que em 2009 fez 49.393 relatórios de 35 países.A pedofilia online envolve crianças cada vez menores, apenas 1% das quais são identificadas, contudo, não existem dados efetivos sobre este mercado virtual, que realmente explora as fotos e filmes de abusos e atos de violência reais!Apenas um site de pedofilia gera mais de 100 mil clientes – dos quais 60% são europeus. Do ponto de vista geográfico, a Europa e os Estados Unidos são os líderes em termos de difusão e consumo de matérias de pornografia infantil ou pedofilia.Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Rússia, Chipre, Canadá, Hungria, Suíça, Espanha e Tailândia estão no gráfico de posições como os dez países que mais hospedam os sites denunciados. Desses, mais de dez mil estão ligadas à Máfias da pedofilia (verdadeiros negociantes), confirmando o inquestionável comércio. E esta é a raiz da maior parte das atividades criminosas.Os visitantes desse tipo de site, assim como os seus usuários são, em sua maioria norte-americanos, Alemães, Ingleses, russos e italianos.Existe um verdadeiro exército que se movimenta diariamente na internet, caçando fotos, vídeos, contatos. Todavia, infelizmente, nada mudou na frente desse comércio execrável, que mais parece um trator gigantesco, que se consolida como o único setor capitalista que jamais sofrera com uma crise internacional!As ofertas de qualificação e diferenciação desse comércio são sistemáticas, há uma contínua introdução no “mercado” de novos rostos (novas vítimas); assim como novos grupos (clubes etc). Há um uso maciço de todos os recursos possíveis para essa “promoção” – de forma direta e indireta.Da mesma forma, se investe em planos de marketing que seriam invejados, até  pelas mais prestigiadas multinacionais. “A coisa mais preocupante – afirma Giovanni Arena, presidente da Telefono Arcobaleno – é que a publicidade para as principais empresas (desse nicho) recentemente apareceu no fundo das imagens de abuso infantil, que também é um sinal de que a pedofilia online é impune e tolerada de tal forma que pode tornar a  ‘pedobusiness’ apenas mais um novo negócio”.

ASSÉDIOS.

Assédio Sexual.
A abordagem, não desejada pelo outro, com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada que usa dessa vantagem para obter favores sexuais de subalternos ou dependentes. Para sua perfeita caracterização, o constrangimento deve ser causado por quem se prevaleça de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função. Assédio Sexual é crime (art. 216-A, do Código Penal, com redação dada pela Lei nº 10.224, de 15 de maio de 1991).

Assédio moral
É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.

As condutas mais comuns, dentre outras, são:

instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a);
dificultar o trabalho;
atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);
exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
sobrecarga de tarefas;
ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentá- lo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente;
fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao(à) trabalhador(a) em público;
impor horários injustificados;
retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho;
agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima;
revista vexatória;
restrição ao uso de sanitários;
ameaças;
insultos;
isolamento.

Fonte de pesquisa.
http://www.mte.gov.br/trab_domestico/trab_domestico_assedio.asp

PRECONCEITO, RACISMO E DISCRIMINAÇÃO SOCIAL

O Estado brasileiro foi constituído a ,partir de diferentes matrizes étnicas e culturais, formando, assim, uma sociedade multicultural. As desigualdades sociais, construídas historicamente com base na exploração econômica, violência e escravidão gerou um modo de pensar e agir desiguais.

Várias são as incompreensões existentes entre os termos Preconceito, Racismo e Discriminação.

O documento Brasil, Gênero e Raça, lançado pelo Ministério do Trabalho, define:

Racismo – “a ideologia que postula a existência de hierarquia entre grupos humanos”;

Preconceito – uma indisposição, um julgamento prévio negativo que se faz de pessoas estigmatizadas por estereótipos”;

Estereótipo – “atributos dirigidos a pessoas e grupos, formando um julgamento a priori, um carimbo. Uma vez ‘carimbados’ os membros de determinado grupo como possuidores deste ou daquele ‘atributo’, as pessoas deixaram de avaliar os membros desses grupos pelas suas reais qualidades e passam a julgá-las pelo carimbo”;

Discriminação – “é o nome que se dá para a conduta (ação ou omissão) que viola direitos das pessoas com base em critérios injustificados e injustos, tais como: a raça, o sexo, a idade, a opção religiosa e outros”.

Racismo é crime inafiançável e imprescritível.(Art. 5.º, XLII, CF).

Segundo a Constituição Federal, todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. A Carta diz, também, que constituem princípios fundamentais da Republica Federativa do Brasil o de promover o bem comum, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação.

Dentre os crimes resultantes de preconceitos de raça ou de cor, punidos pela lei (Leis N.º 7.716/89 e 9.459/97), estão os seguintes:

1 – Impedir ou obstar o acesso de alguém, devidamente habilitado, a qualquer cargo da Administração Pública, bem como negar ou impedir emprego em empresa privada.

2 – Recusar, negar ou impedir a inscrição de aluno em estabelecimento de ensino público de qualquer grau;

3 – Impedir o acesso ou recusar o atendimento nos seguintes locais: a) restaurantes, bares e confeitarias; b) estabelecimentos esportivos, casas de diversões e clubes sociais abertos ao público; c) hotéis, pensões e estalagens;

4 – Impedir o acesso às entradas sociais em edifícios públicos ou residenciais e respectivos elevadores ou escadas de acesso.

Fonte de pesquisa

http://www.dhnet.org.br/w3/ceddhc/bdados/cartilha14.htm

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