Proibido Drive-in

03 jul 2010 | By

†Drive-in†

Pouco tempo se passou desde nossa última sessão, ainda sentia seu cheiro impregnado em minha pele.
Mas, eu ainda não estava satisfeita, era como se eu quisesse sentir mais e mais a sensação de fazer com que sua linha sádica aparecesse ainda mais forte.
Fiquei excitada enquanto pensava o que poderia fazer para te provocar, e em quais conseqüências isso nos levaria.
Quando recebi seu torpedo, sorri, pois, muitas foram às idéias naquele instante.
O que instintivamente fiz, foi te responder e chamar-te de “Fracote”, tinha noção que esta palavra iria deixar-te irritadíssimo. E, eu, desejava muito isso.


Quando chegou ao local marcado, não via a hora de poder encostar meu corpo no seu e sentir seu cheiro. Sentia algo animal, como uma cadela no cio, sua cadela, sua vadia, sua menina. Meu corpo esquentava e tremia, paramos num Drive in, lugar promíscuo, sujo, lugar que lembrava sexo fácil.
Assustei-me quando entrei, não acreditava que aquilo estava me excitando, e que estava segura contigo, e que meu sexo pedia por seu toque. Quando sai do carro e ouvi você soltar seu cinto, não imaginava o que eu poderia sentir. Seus olhos avermelharam de tesão, e raiva, pois não acreditava que eu havia te chamado de “Fracote”, na primeira cintada que estralou em meu corpo, fez com que meus olhos se enchessem de tesão, eu queria mais, queria ver seu sexo latejar por meu castigo, e por minha submissão.
Gritou… “Não é Mulher? Repete que eu sou ‘Fracote’!”

Olhava para mim, engolindo-me, sua respiração ofegante me deixava ainda mais excitada, e olhando nos seus olhos, disse, “Fracote!”, neste instante o estralar do cinto em meu corpo veio sem dó, eu estremeci, sua força é algo estonteante, e mesmo me dobrando pela dor, olhei de novo para ti e tornei a dizer, e disse muitas vezes e a cada uma delas levava uma ou mais cintadas, não as contava, apenas era conduzida pelo tesão. Mandou-me que me virasse, porém, eu não o fiz, mandei que viesse fazer se quisesse, e lutei, para que não me virasse.
Seu corpo aquecia e o meu umedecia. Meu sexo latejava, minha pele ardia, minha carne tremia, mas eu provocava mais, e cada vez mais, olhei para você e para o chão , como se quisesse mostrar a ti o seu lugar, ou seja, abaixo, nos meus pés, isso te queimou. Disse que eu levaria por isso, vinte cintadas de uma única vez, sem dó, e assim o fez, porém o que não esperava era que ao parar, eu erguesse meus olhos, encarava os seus e dissesse em alto e bom tom, “Quatorze!”, pois eu as contei, e quis que você soubesse que eu as contava enquanto você pousou antes do número que havia me dito, ou seja, você perdeu a concentração tamanha sua excitação. Chegou a babar ao ouvir o que eu disse, trancou o maxilar, como se quisesse colocar toda sua força nas próximas cintadas que vieram, e assim o fez, a dor foi tamanha que eu me agachei, não consegui ficar em pé, eu respirava pesado, meu corpo dolorido e cansado, ali, enrolado naquela parede. Notei sua mão estendida para mim, e seu olhar, agora seguro, calmo, protetor dizendo “Pare agora, peça perdão e pare agora. Não por mim, mas por você, sua dor tem que ter limite, ou pelo menos, tem que ser seu limite hoje!”, olhei para seus olhos, e senti tanto carinho, sentia-me tão sua, que eu obedeci, parei e beijei sua mão que segurava o cinto pedindo perdão e retirando o que eu disse, neste instante, seu sexo invadiu minha boca.

Segurou-me ali, naquele instante o DONO tomava posse do que eu havia dado, meu corpo para seu prazer. Entrou dentro de minha boca, com vontade, com desejo, eu ali agachada, sentia a dor de estar naquela posição, mas mesmo assim, chupava, lambia, engolia o grande prêmio que você havia me ofertado. Tentei me desvencilhar, pois a dor, nas pernas, era enorme, porém você me segurava e entrava ainda mais fundo em minha garganta, provocando-me ânsia, não de nojo de ti, mas pela profundidade que eu queria que você atingisse. Segurando-me pelos cabelos, fez com que eu me ajoelhasse, e continuou em minha boca, enquanto eu gemia de prazer, e ondas de prazer tomavam posse de meu corpo, olhou em meus olhos e disse: “Sinto o cheiro de seu sexo cadela, esta gozando, seu cheiro esta tomando conta deste lugar, seu cio esta forte. Brinque com ele, não o tire desta boca que a mim pertence.”
Eu delirava, e sentia seu delírio no pulsar de seu sexo dentro de minha boca. Segurou-me pelo queixo e mandou-me que abrisse minha boca, para que eu bebesse de sua saliva. Queria seu beijo, seu toque, seu castigo, sua força, SEU PRAZER.
Levantou-me dali, sabia que meu joelho doía, e que eu precisava sentir seu abraço, e foi isso que fez, abraçou-me e beijou docemente, claro que antes, beijou-me como um cafetão quando quer tomar o corpo de sua puta, e eu encostei-me em seu corpo, cansada, pedindo seu carinho, seu aconchego, e assim eu tive, acariciou, beijou-me a testa em sinal de carinho, pois és meu Dono e Sr.

Autor: Sophie Vie

5 comentários em “Proibido Drive-in

  1. RickReymondNo Gravatar disse:

    hummmmmmmmmmmmmmmmmmm rrsrsrsrrs
    Muito interessante!

  2. Gostou neh rei rsrrs humm hummm kkkkkkkkkkkkk…

  3. Elvira SLNo Gravatar disse:

    Estou gostando destas postagens :D

  4. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk eu não sei por que mas eu tinha quase certeza que vc tambem iria gostar depois do rick neh ihihihihihihi….

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