Arqueólogos encontram a tumba de Drácula

17 jun 2014 | By

Igreja em Nápoles

Pesquisadores da Estônia acreditam ter finalmente descoberto o paradeiro do túmulo de Drácula.

Segundo os estudiosos, a sepultura está na Itália e não na Transilvânia, na Romênia, como se acreditava. As informações são do site Hurriyet Daily News.

Acredita-se que a inspiração por trás do Drácula, de Bram Stoker, de 1897, seja Vlad III, o príncipe da Valáquia, na Europa Ocidental, que viveu no século 15. Conhecido postumamente como “Vlad, o Empalador”, o governante era conhecido por sua crueldade em toda a Europa, que incluia empalar seus inimigos.

Os últimos inimigos de Vlad foram os otomanos, integrado por turcos. Relatos de sua crueldade sem fim garantem a ele o posto de um dos maiores vilões da história na Turquia, segundo o Hürriyet Daily News. A história do governante virou até um balé em 2013 no país.

Nascido em 1431, o Conde Vlad Tepes era parte de uma família nobre que pertencia à Ordem do Dragão, um grupo que foi fundado para proteger o cristianismo na Europa Oriental da expansão do Império Otomano. O pai de Vlad era apelidado de Dracul, que significa “Dragão”, e Vlad ficou conhecido como Drácula, ou “filho do dragão”. Em 1476 Vlad desapareceu em uma batalha. Enquanto algumas fontes afirmam que ele morreu, os pesquisadores dizem que ele foi preso pelos turcos. Sua filha Maria, entretanto, foi levada à corte napolitana e adotada pela família governante, se tornando uma nobre de Nápoles.

Estudiosos da Universidade de Tallinn, na Estônia, dizem ter descoberto evidências de que o conde foi feito prisioneiro, resgatado por sua filha na Itália e enterrado na igreja de Nápoles.

Pesquisadores afirmam ter descoberto uma lápide no mesmo cemitério em que sua filha e seu genro foram enterrados que pode ser a sua. A descoberta foi feita por uma estudante napolitana que estava escrevendo uma dissertação sobre a história da igreja. Erika Stella compartilhou a foto na internet e a imagem foi identificada por peritos como tendo um certo nível de confiabilidade.

Segundo um dos pesquisadores, a tumba do século 16 é coberta por imagens e símbolos da Transilvânia e não é o túmulo de um nobre italiano.

R7

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