Como ter 50% ou até a cura Total para o Câncer

29 out 2015 | By

Este é um mês de conscientização para o câncer de mama denominado OUTUBRO ROSA.

Mas infelizmente este não é o único câncer com alto índice de mortalidade no Brasil e no mundo.

Observem o vídeo abaixo : ATENÇÃO CENAS FORTES

Além desses existem outros tipos que não foram citados no vídeo está é a Importância de estar um passo à frente do câncer, se prevenindo e realizando periodicamente os exames para diagnóstico precoce.

Mais de 12 milhões de pessoas no mundo são diagnosticadas todo ano com câncer. Cerca de 8 milhões morrem. No Brasil, o INCA estima em 580 mil casos novos da doença para 2015. Se medidas efetivas não forem tomadas, haverá 26 milhões de casos novos e 17 milhões de mortes por ano no mundo em 2030, sendo que 2/3 das vítimas vivem nos países em desenvolvimento.

Com todos esses dados alguns médicos e pesquisadores a muito tempo vem tentando descobrir uma forma de combater esse mal e ultimamente temos resultados satisfatórios é uma pena que não dará tempo de salvar a todos que neste momento precisam de uma cura rápida mas dependem de protocolos para terem em mãos as sua vida de volta.

Enquanto alguns lutam desesperadamente para conseguir uma pilula chamada fosfoetanolamina sintética que alguns a apelidaram de “fosfo” uma substância que tem o poder, segundo seus defensores, de fazer tumores regredirem.Ela é fabricada num laboratório do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) no campus de São Carlos A fábrica improvisada das cápsulas azuis e brancas, que se tornaram famosas no boca a boca, fica no pequeno laboratório do Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros. Um único funcionário da USP é encarregado de produzi-las. No início dos anos 1990, a fosfo despertou a atenção do então coordenador do laboratório, o químico paulista Gilberto Orivaldo Chierice, de 72 anos, hoje professor aposentado. “Acho que é uma cura para o câncer”, diz Chierice.

Outros buscam na alimentação e em produtos naturais amenizar e até tentar a cura nos alimentos e na forma de consumir.Assistam alguns vídeos relacionados.

Para pessoas que sofrem deste mal..

Curando o Cancer…
O açúcar é um alimentador do câncer. Tirando o açúcar, se elimina a fonte de suprimento da sua alimentação mais importante. Substitutos do açúcar como o Nutrasweet, Equal, Spoonfull, etc, são feitos de Aspartame, que é prejudicial à saúde. Um mais adequado substituto natural seria o mel de Manuka, (tipo de árvore que tem folhas odoríferas nativa da Nova Zelândia e Tasmânia) ou melaço (melado), mas só em pequenas quantidades.

Cuidado com alimentos que causam o câncer 

Saiba como o limão pode ajudar na luta contra o câncer e outras doenças 

A Cura do câncer através da Babosa.

Fosfoetanolamina sintética cura o câncer, afirma pesquisador

Segundo o professor, há pelo menos 1,5 mil estudos em todo o mundo sobre o uso da substância entre teses de mestrado e doutorado

O professor aposentado Gilberto Orivaldo Chierice, da Universidade de São Paulo (USP), acredita ter desenvolvido uma substância que pode curar o câncer. Ele coordenou por mais de 20 anos um estudo com a fosfoetanolamina sintética (a fosfoamina), que imita uma substância que já é presente no organismo humano e que sinaliza células cancerosas para a remoção delas pelo sistema imunológico.
“Não é uma panaceia nem dado em branco. Não é esperança placebo para ninguém. É uma substância idêntica à produzida pelo nosso organismo, só que em um alto nível de pureza e em grandes concentrações”, garantiu o pesquisador em entrevista à Rádio CBN Vitória (93,5FM) na manhã desta sexta-feira (16).
Chierice explica que essa substância é naturalmente produzida dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático, e o que ele fez foi sintetizar isso, em alto nível de pureza e em grande concentração, e encapsular. “Nosso organismo já fabrica a fosfoetanolamina com o mesmo propósito: nos defender durante todo o tempo de células que se diferenciam”.
Quando os estudos começaram, na década de 1990, um hospital da região, junto com o professor, pediram autorização ao Ministério da Saúde para experimentos. Foram feitos todos os protocolos. Os pacientes teriam que concordar e assinar um documento de que experimentariam uma substância em teste. Antes, porém, o pesquisador já havia aplicado a substância em animais. “Para nossa surpresa, a substância não produziu nos animais nenhum efeito tóxico nem nocivo. Isso nos animou muito”, contou.
Sobre a dosagem correta, o pesquisador fez questão de esclarecer que não é médico e que não tinha contato com os pacientes. “Foram os oncologistas que colocaram a quantidade da substância por dia para cada caso de paciente com câncer. Eles, os médicos, têm um equilíbrio que calcula ácido graxo no sangue e depois passa a dosagem correta da fosfoetanolamina sintética”, disse. E ainda continuou: “A área médica nunca foi explorada por nós. Meu papel foi sintetizar a produção da substância com altíssimo nível de pureza e alto rendimento, se não o custo seria muito elevado”.
doutorDurante os anos em que havia um convênio com um hospital, o pesquisador conta que teve retorno positivo dos oncologistas que trabalhavam com a substância criada por ele. “Depois que o convênio terminou, e o hospital não quis continuar com o experimento, os médicos oncologistas mandavam os pacientes pegarem as cápsulas comigo. Comecei a distribuir. Só que isso chegou num voluma incontrolável”, afirmou.
A polêmica ganhou maior proporção ainda quando uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. A distribuição continua gratuita, mas somente para quem conseguir uma liminar para a liberação.
Segundo o professor, há pelo menos 1,5 mil estudos em todo o mundo sobre o uso da substância entre teses de mestrado e doutorado. O professor, que tem a patente e a fórmula, alega que basta apenas um órgão governamental apoiá-lo que a substância poderia ser produzida em escala e continuar sendo distribuída gratuitamente.
Desabafo
“Não existe no mercado a substância com essa pureza e composição. Há médicos oncologistas com teses de mestrado e trabalhos publicados sobre a fosfoetanolamina sintética. Tudo isso está publicado. Há 8 ou 9 trabalhos internacionais sobre o mecanismo da substância. Sempre abri a minha pesquisa para quem quiser fazer junto. Ninguém chegou e falou que vai testar e dizer que não serve. Venham aqui comprovar que não funciona. Façam o que falta fazer. Eu não posso fazer dados clínicos. Não sou médico. A pesquisa de medicamentos é feita em várias partes. Segue todo um caminho até dizerem: ‘Não funciona’ ou ‘Funciona’. A Medicina tem que provar. E a fosfoetanolamina sintética é reconhecida por uma série de oncologistas do país. Se dependesse só de mim, eu já teria feito tudo”, disparou.
Nota da USP
Considerando a repercussão de notícias vinculadas na imprensa sobre a distribuição de fosfoetanolamina para fins medicamentosos no tratamento de câncer pelo Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), vimos a público apresentar os seguintes esclarecimentos:
A substância fosfoetanolamina foi estudada de forma independente pelo Prof. Dr. Gilberto Orivaldo Chierice, outrora ligado ao Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros e já aposentado. Esses estudos independentes envolveram a metodologia de síntese da substância e contaram com a participação de outras pessoas, inclusive pessoas que não têm vínculo com a Universidade de São Paulo.
Chegou ao conhecimento do IQSC que algumas pessoas tiveram acesso à fosfoetanolamina produzida pelo citado docente (e por ele doada, em ato oriundo de decisão pessoal) e a utilizaram para fins medicamentosos.
Em vista da necessidade de se observar o que dispõe a legislação federal (lei no 6.360, de 23/09/1976 e regulamentações) sobre drogas com a finalidade medicamentosa ou sanitária, medicamentos, insumos farmacêuticos e seus correlatos, foi editada em junho de 2014 a Portaria IQSC 1389/2014 (clique aqui para ver a Portaria), que determina que tais tipos de substâncias só poderão ser produzidas e distribuídas pelos pesquisadores do IQSC mediante a prévia apresentação das devidas licenças e registros expedidos pelos órgãos competentes determinados na legislação (Ministério da Saúde e ANVISA).
A Portaria IQSC 1389/2014 não trata especificamente da fosfoetanolamina, mas sim de todas e quaisquer substâncias de caráter medicamentoso produzidas no IQSC. Essa Portaria apenas enfatiza a necessidade de cumprimento da legislação federal e não estabelece exigências ou condições adicionais àquelas já determinadas na lei.
Desde a edição da citada Portaria, o Grupo de Química Analítica e Tecnologia de Polímeros não apresentou as licenças e registros que permitam a produção da fosfoetanolamina para fins medicamentosos. Sendo assim, a distribuição dessa substância fere a legislação federal.
A Universidade de São Paulo, ademais, não possui o acesso aos elementos técnico-científicos necessários para a produção da substância, cujo conhecimento é restrito ao docente aposentado e à sua equipe e é protegido por patentes (PI 0800463-3 e PI 0800460-9).
Cabe ressaltar que o IQSC não dispõe de dados sobre a eficácia da fosfoetanolamina no tratamento dos diferentes tipos de câncer em seres humanos – até porque não temos conhecimento da existência de controle clínico das pessoas que consumiram a substância – e não dispõe de médico para orientar e prescrever a utilização da referida substância. Em caráter excepcional, o IQSC está produzindo e fornecendo a fosfoetanolamina em atendimento a demandas judiciais individuais. Ainda que a entrega seja realizada por demanda judicial, ela não é acompanhada de bula ou informações sobre eventuais contraindicações e efeitos colaterais.
Destaca-se também que a Portaria IQSC 1389/2014 não proíbe a realização de pesquisas em laboratório com a fosfoetanolamina ou com qualquer outra substância com potencial propriedade medicamentosa, sendo que quando as pesquisas envolverem estudos em animais ou seres humanos deve ser observada a respectiva legislação federal, como a Resolução no 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde.
O Instituto de Química de São Carlos lamenta quaisquer inconvenientes causados às pessoas que pretendiam fazer uso da fosfoetanolamina com finalidade medicamentosa. Porém o IQSC não pode se abster do cumprimento da legislação brasileira e de cuidar para que os frutos das pesquisas aqui realizadas cheguem à sociedade na forma de produtos comprovadamente seguros e eficazes.
Na semana passada, Helena e o vice-­diretor do Instituto de Química, Éder Cavalheiro, tentavam controlar, sob as vistas da Polícia Militar, cerca de 20 pessoas que se aglomeravam na frente do Instituto em busca das cápsulas. Vários vinham de outros Estados, como Paraná e Minas Gerais. A procura aumentou desde que a história ganhou destaque no noticiário, na semana passada. A distribuição, que estava proibida pela universidade desde junho de 2014, foi liberada provisoriamente (até julgamento) por uma decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

A decisão, de 6 de outubro, abre a possibilidade de pacientes de câncer terem direito de acesso à fosfo. Centenas já haviam requerido acesso, negado, pelo desembargador José Renato Nalini, no Tribunal de Justiça de São Paulo. O argumento era factual: “Não há nenhuma prova de que, em humanos, a substância reclamada, que não é um remédio, produza algum efeito no combate a doen­ças”. Desde o dia 6, pacientes que exigem a substância da universidade conseguem esse direito. “Dá para entender o que passa na cabeça do juiz numa hora dessas”, diz Fernando Aith, professor da Faculdade de Medicina da USP. “É o entendimento de que as pessoas merecem manter o direito à esperança.”

Tal esperança é alimentada por relatos de cura nas redes sociais. O debate guarda semelhança com uma crença religiosa. É compreensível, diante do medo causado por um diagnóstico de câncer. Nos casos em que os médicos informam que nada mais podem fazer, é natural que o paciente procure qualquer opção. A Sociedade Americana de Oncologia Clínica estima que 80% dos pacientes recorrem a um tratamento alternativo. O risco é quando pessoas com boas chances de recuperação abrem mão do tratamento-padrão para se arriscar em terapias não comprovadas. O paciente perde um tempo precioso de tratamento. E, nos grupos de discussão na internet, é disseminada a ideia de que a substância deve ser usada sozinha, não junto com tratamentos tradicionais, como a quimioterapia.

pacientes na usp embusca da cura do câncer

Se a crença no poder de cura da fosfo é quase uma religião, Chierice é Deus para seus defensores. Ressalvas à falta de estudos da substância são tomadas como uma tentativa da “indústria” de esconder da população a descoberta da cura do câncer. Chierice é tratado como um abnegado e injustiçado. Filho de um fazendeiro de Rincão, São Paulo, estudou química  na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara. Fez mestrado e doutorado na mesma área, na USP. Nos anos 1970, virou professor da instituição em São Carlos. Agora aposentado, é dono de uma fábrica de impermeabilizante e de uma empresa que faz enxertos ósseos com um polímero, ambos produtos criados por ele. “Sempre quis ser médico”, diz Chierice. “Quando era criança, via aquela pessoa de avental para cá e para lá, pesquisando, e achava que todo pesquisador tinha de ser médico.” Chierice, a seu modo, nunca deixou a medicina de lado. E entende a gravidade do que faz. “Eu sabia que estava interferindo em recomendações médicas. Sempre pensei que, mais cedo ou mais tarde, seria preso por exercício ilegal da medicina”, afirma. “Mas, se eu não distribuir o remédio, quem pensaria nos cancerosos?”

A analista fiscal Katia Pompilio, de 43 anos, dirigiu mais de 200 quilômetros, na quinta-feira, de Osasco, onde mora, até São Carlos, com uma liminar da Justiça. Estava autorizada a pegar as cápsulas. Mas não conseguiu. Haviam acabado. Há um ano, Katia trata de um câncer de mama, seguindo o roteiro reconhecido: cirurgia, químio e radioterapia. Agora, considera parar o tratamento para tentar a fosfo. “Conheço casos de pessoas que pararam, tomaram a fosfo e melhoraram”, diz Katia. Ela considera a possibilidade de tentar a químio e a fosfo juntas. “O que você faria?”, diz, com lágrimas nos olhos.

Chierice conheceu a fosfo quando pesquisava substâncias que servissem para apontar o mineral cálcio nas soluções do laboratório. Leu estudos internacionais que mostravam a presença   marcante de fosfo em células cancerígenas. Ficou intrigado e aventou a hipótese de a substância, produzida naturalmente pelo corpo, fazer parte de um sistema de defesa anticâncer do organismo. Em parceria com outros cientistas, publicou alguns estudos básicos, mas diz não ter conseguido despertar interesse de instituições capacitadas para fazer testes. “É preciso ter evidências e estudos adequados para comprovar para a comunidade científica e para o comitê de ética das instituições que você está lidando com algo relevante”, diz a farmacêutica Vilma Regina Martins, superintendente de pesquisa do hospital A.C. Camargo, em São Paulo. “Há milhares de substâncias que inibem a proliferação das células cancerígenas, mas 90% caem por terra (durante os testes clínicos).”

Pesquisadores que trabalharam com Chierice não questionam seu caráter. Mas também reconhecem que os estudos são insuficientes. “O professor Gilberto é uma pessoa maravilhosa. Está pensando nos pacientes. Mas são necessários mais estudos”, diz o farmacêutico Adilson Kleber Ferreira. Ele pesquisou a ação anticâncer da fosfo no Butantan, com animais. “Existem milhares de outras substâncias em teste, com resultados tão bons ou melhores.”

Na quarta-feira, dia 14, Chierice foi homenageado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, com uma medalha. Viajou a convite do deputado estadual Marlon Santos (PDT-RS), que defende a fabricação da fosfo por uma empresa do governo gaúcho. O deputado é um médium e foi preso em 1998, por exercício ilegal da medicina, ao realizar cirurgias espirituais.

A luta para manter a pilula sendo produzida e distribuída em larga escala para os pacientes com câncer…

Pessoas de todo o Brasil estão entrando em contato com advogados para ter em mãos uma via judicial interpelado junto a universidade para obter as capsulas.Duas comunidades foram criadas em redes sociais , ondem divulgam videos e reportagens a respeito do assunto e como conseguir a pilula.

A  AUTO HEMOTERAPIA E A CURA DO CÂNCER

Links Importantes ::::

Artigos científicos testando a fosfoetanolamina:

Pra controle de leucemia (testado em camundongos):
http://www.nature.com/bjc/journal/v10…

Pra controle de tumor renal (testado em cultura) e de pulmão (testado em camundongos):
http://journals.plos.org/plosone/arti…

Pra controle de melanoma:
http://www.sciencedirect.com/science/…
http://www.omicsonline.org/synthetic-…

Pra controle de câncer de mama Erlich (que acomete apenas ratos/camundongos):
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S…

Currículo do Adilson Kleber Ferreira:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatext…

Currículo do Gilberto Chierice:
http://buscatextual.cnpq.br/buscatext…

Comunicado da reitoria da USP:
http://www5.usp.br/99485/usp-divulga-…

Comunicado do Instituto de Química da USP São Carlos:
http://www5.iqsc.usp.br/esclareciment…

Fontes: Gazeta , Revista Época  , Videos Youtube 

Raphaella

 

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