Saiba a diferença entre Alguns tipos de Transtornos

22 jul 2015 | By

SÍNDROME DO PÂNICOEsse tópico foi criado apenas para enfatizar a descrição de alguns grupos e melhor explicar para todos o significado de cada um, já que algumas pessoas tendem a confundir uns com outros.

Esquizofrênicos – É um transtorno psíquico severo caracterizado por dois ou mais dentre o seguinte conjunto de sintomas por pelo menos um mês: alucinações visuais, sinestésicas ou auditivas, delírios, fala desorganizada (incompreensível), catatonia ou/e sintomas depressivos.2 Juntamente com a paranoia (transtorno delirante persistente), o transtorno esquizofreniforme e o transtorno esquizoafetivo, as esquizofrenias compõem o grupo das psicoses. É hoje encarada não como doença, no sentido clássico do termo, mas sim como um transtorno mental, podendo atingir pessoas de qualquer idade, gênero, raça, classe social e país. A esquizofrenia é um transtorno persistente o que quer dizer que o doente sofre constantemente com ela, diferente dos outros tipos de transtornos, doenças e afins.

Loucos – Este grupo classifica-se basicamente como aqueles que possuem loucuras diversas ou que não se encaixam em nenhuma das doenças ou transtornos com grupos próprios.

Punks – São os delinquentes e rebeldes, contudo não do tipo que pixa apenas muros e afins, eles são aqueles que destroem coisas, foramfobias1-838x628 presos mais de uma vez, ou mesmo fizeram parte de uma gangue. Os punks, diferente do que se pensa, podem ter qualquer aparência, desde moicanos e piercings, à garotas loiras e que sempre usam rosa.

Psicóticos – Atenção dobrada à este para não confundi-lo com outros, por favor. O psicótico vive num mundo onde a realidade é outra, inatingível por nós ou mesmo por outros psicóticos, mas vive simultaneamente neste mundo real. Delírio, o principal sintoma. O psicótico possui um estado anormal de funcionamento psíquico. Mudanças de humor constantes, manias, obsessão. Psicótico não é necessariamente relativo à pessoa que tem psicose. Uma pessoa pode ter sintomas psicóticos sem ter uma psicose propriamente dita. Um psicótico pode sem motivo aparente cismar que o vizinho de baixo está fazendo macumba para ele morrer, mesmo sabendo que no apartamento de baixo não mora ninguém. A cisma nesse caso pertence ao mundo psicótico e a informação aceita de que ninguém mora lá é o contato com o mundo real. No nosso ponto de vista são dados conflitantes para um psicótico não são talvez ele não saiba explicar como um vizinho que não está lá pode fazer macumba para ele, mas a explicação de como isso acontece é irrelevante, o fato é que o vizinho está fazendo macumba e pronto.

Drogados – Apesar de ser um grupo autoexplicativo vale lembrar que os drogados daqui são realmente viciados, ou seja, eles piram se não se drogarem no determinado período. Não são apenas como aquelas pessoas que fumam/cheiram/aplicam uma vez ou outra só pra se divertir.

Alcoólatras – Tal como os drogados, os alcoólatras possuem necessidade de alimentar o seu vício.

Suicida – Consideram-se suicidas aqueles que já tentaram se matar mais de uma vez, ou mesmo aqueles se cortam esporadicamente para punirem-se ou afins. Lembrando que suicidas não gostam de se sentir dor, não os confunda com masoquistas.

Psicopatas – Psicopatia é uma psicopatologia caracterizada pela frieza emocional, falta de remorso, etc. Não são necessariamente assassinos – apesar de uma maioria sentir vontade de tal coisa – muitos deles apenas manipulam as pessoas por prazer, ou pra que essas satisfaçam suas vontades.

Valentões – Não os confunda com Punks. Os valentões gostam de brigar, seja o motivo que for, e diferente dos punks eles não são delinquentes. Sempre estarão procurando briga ou se coçando para bater em alguém. Seja como forem, todos possuem este espírito de “bulling”. Lembrando, para eles estarem no Instituto provavelmente arrumaram mais de uma briga realmente muito séria.

Emos – Uma pessoa jovem que é considerada excessivamente emocional. Os emos não precisam ter franjinha ou coisa assim relacionada aos fãs de emocore. Eles se enquadram no grupo de bipolares.

Sado masoquistas – Aqueles que gostam de sentir dor e fazer outras pessoas sentirem também, normalmente em relações sexuais, mas pode-se expandir para sua vida de forma geral.

Ninfomaníacos – Ninfomaníacas e satíricos, são aqueles que apresentam espontaneamente um nível elevado de desejo e de fantasias sexuais, aumento de frequência sexual com compulsividade ao ato, controle inadequado dos impulsos e grande sofrimento. A pessoa acometida da doença preocupa-se a tal ponto com seus pensamentos e sentimentos sexuais que acaba por prejudicar suas atividades diárias e relacionamentos afetivos. A ninfomania é considerada uma compulsão. Na maioria dos casos, o ato sexual é seguido por culpa e em seguida novo impulso para outro ato, assim como nas compulsões alimentares.

Dupla Personalidade – Aqueles com duplas personalidades, seja duas ou mais delas, parecem “dividir” seu corpo com outra pessoa. Muitos deles falam sozinhos, mudam suas vozes, nomes, e modo de se vestir e se comportar, alegando ser outra pessoa quando neste estado diferente.

Sádicos – São aqueles que gostam de fazer outros sofrerem, física ou psicologicamente, e não sentem remorso por tal coisa. Diferente de psicopatas, os sádicos possuem sim sentimentos e podem sim os mostrar normalmente; querer gerar dor no outro não significa que ele o deseja matar, que isso fique claro.

Transtorno Bipolar e Borderline

Toc, síndrome do panico, Fobias: Depressão e Ansiedade 

O que é o TOC

O TOC é um transtorno mental caracterizado pela presença de obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens indesejáveis e involuntários, que invadem a consciência causando acentuada ansiedade ou desconforto e obrigando o indivíduo a executar rituais ou compulsões que são atos físicos ou mentais realizados em resposta às obsessões, com a intenção de afastar ameaças (contaminação, a casa incendiar), prevenir possíveis falhas ou simplesmente aliviar um desconforto físico. No TOC os indivíduos procuram ainda evitar o contado com determinados lugares (por exemplo, banheiros públicos, hospitais, cemitérios), objetos que outras pessoas tocam (dinheiro, telefone público, maçanetas) ou até mesmo pessoas (mendigos, pessoas com algum ferimento) como forma de obter alívio dos seus medos e preocupações. São as evitações.

A síndrome do pânico:

Na linguagem psiquiátrica chamada de transtorno do pânico, é uma enfermidade que se caracteriza por crises absolutamente inesperadas de medo e desespero. A pessoa tem a impressão de que vai morrer naquele momento de um ataque cardíaco, porque o coração dispara, sente falta de ar e tem sudorese abundante.

Quem padece de síndrome do pânico sofre durante as crises e ainda mais nos intervalos entre uma e outra, pois não faz a menor ideia de quando elas ocorrerão novamente, se dali a cinco minutos, cinco dias ou cinco meses. Isso traz tamanha insegurança que a qualidade de vida do paciente fica seriamente comprometida.

 

Fontes: Toc , Grupos , Fobias

Edição: Raphaella

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