Algas Marinhas – O remédio marinho mais natural e saudável para você

30 mar 2017 | By

Um poderoso remédio guardado nas aguas do mar
Bem antes do desenvolvimento da agricultura, povos que viviam nas costas marítimas já colhiam uma variedade de vegetais do mar.

Chineses, irlandeses, ingleses, islandeses, canadenses, japoneses, índios americanos, havaianos, coreanos, russos, esquimós e africanos do sul são apenas alguns dos povos que por muitos séculos têm cultivado algas marinhas para serem usadas como alimento. Os japoneses que provavelmente consomem mais algas do que qualquer outro povo classificam seus vegetais do mar pela qualidade da mesma forma que o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos classifica a carne e os laticínios.

As algas marinhas são virtualmente isentas de gorduras, contém baixos níveis de calorias e são ricas em carboidratos, proteínas, vitaminas e especialmente minerais essenciais (mais de 30% por volume). Comparadas com os laticínios elas provém 10 vezes mais cálcio e ferro por peso e contém outros importantes sais minerais que faltam hoje em dia em nossos vegetais terrestres devido à desmineralização do solo.

Na verdade desde o advento das técnicas modernas de agricultura e do sub-seqüente declínio da qualidade do solo arável a inclusão de algas marinhas na dieta cotidiana pode ser a única forma de garantirmos um suplemento saudável de traços minerais como cobalto, cobre cromo, flúor, manganês, molibdênio, selênio e zinco que são necessários em pequenas quantidades para manter o processo metabólico do corpo normalizado. A alga contém mais minerais do que qualquer outro tipo de alimento e todos os minerais requeridos pelos seres humanos incluindo cálcio, sódio, magnésio, potássio, iodo, ferro e zinco que estão presentes em quantidades suficientes. Entre a ampla variedade de minerais, cálcio, ferro e iodo estão presentes em abundância na maioria das algas e são particularmente importantes em dietas de base vegetarianas que não incluem o consumo de laticínios. 1/4 de xícara de alga hiziki contém mais da metade do cálcio contido numa xícara de leite e mais ferro do que um ovo. A alga ao-nori (alga verde) contém o maior índice de ferro seguido pela alga hiziki. Embora o iodo seja por natureza altamente volátil e, portanto difícil de ser obtido, as algas contém açúcares complexos naturais que estabilizam o seu iodo tornando-as uma excelente fonte deste mineral essencial.

Segundo o Dr Seibin e Teruko Arasaki autores do livro Vegetables From the Sea (Vegetais do Mar) as algas contém uma vasta variedade de minerais estimada em 7 a 38% do seu peso desidratado. As algas contém uma abundância de vitaminas incluindo a vitamina A (na forma de beta caroteno) , B1,B2,B6,B12,niacina,vitamina C, ácido pantotênico e ácido fólico. Junto com alguns alimentos derivados da soja como o tempeh e o misso, as algas são uma das poucas fontes vegetarianas de vitamina B12. As algas são ricas em proteínas (alcançando entre 10 a 48% do seu peso desidratado) e pesquisas mostraram que a composição de aminoácidos destas proteínas é mais equilibrada do que a dos vegetais terrestres. A alga Nori contém duas vezes mais proteína do que algumas carnes. As algas são os alimentos perfeitos para aqueles que querem controlar o peso. Seus carboidratos passam através do sistema digestivo como fibras complexas limpando os intestinos sem adicionar calorias à dieta.

Uma das razões pelas quais as algas são tão nutritivas é devido às condições de crescimento ideal dentro dos oceanos. Vivendo num ambiente marinho as algas tem livre acesso a abundância de nutrientes encontrados no mar. A ação gentil das correntes submarinas libera nutrientes para as algas e carrega para longe os resíduos das plantas. Como resultado, as algas marinhas concentram mais minerais que são raramente encontrados nas plantas terrestres.

Embora os biólogos classifiquem as algas como plantas, a única característica importante que elas dividem com as típicas plantas terrestres é a habilidade de produzir alimento (açúcar) através da luz solar, do dióxido de carbono e da água.

Ambas as plantas marinhas e terrestres utilizam a luz ativada pela reação química catalítica para realizar esta ação. Nas algas verdes o catalisador é o pigmento verde – a clorofila. Nas algas marrons e vermelhas predominam outros tipos de pigmentos.

Uma das formas que os cientistas usam para classificar as algas é pela sua cor. A maioria das algas mais populares como wakame, kombu, arame e hiziki são classificadas como algas marrons enquanto a alga nori que é a alga mais conhecida e usada mais comumente é classificada como alga vermelha.

Os cientistas acreditam que os diferentes pigmentos coloridos permitem que as algas marinhas produzam alimentos nas profundezas dos oceanos onde a intensidade da luz e os comprimentos de onda são diferentes daqueles encontrados na superfície. Além da habilidade de produzir alimento, as algas apresentam pouca semelhança com as plantas terrestres. Desde que elas não possuem folhas, talos ou raízes verdadeiras e como elas se reproduzem por um método primitivo que não utiliza flores ou sementes, as algas são estruturalmente mais parecidas com os cogumelos e outros fungos.

Além de seu impressionante perfil nutricional as algas oferecem outros benefícios de saúde. Por muitos séculos a medicina oriental tem reconhecido e demonstrado que as algas contribuem para a saúde em geral e especialmente para a saúde dos sistemas endócrino e nervoso resultando em cabelos fortes e saudáveis, pele suave e tolerância ao stress. As algas também possuem importante papel nas doenças cardiovasculares, pois são efetivas na redução do colesterol e ajudam na prevenção da arteriosclerose e da hipertensão, pois fortalecem as paredes arteriais. Estudos científicos recentes tem começado a confirmar esta prática e descobriu-se que as algas possuem efeitos antibacterianos, antifúngicos, antiviróticos e anticancerígenos.

No Japão foram feitos experimentos laboratoriais com as algas wakame, nori, hiziki e outras e constatou-se a redução dos níveis de colesterol e a inibição do desenvolvimento da pressão alta e da arteriosclerose além da melhora do metabolismo da gordura. Foram descobertos também em vários tipos de algas efeitos anticoagulantes sanguíneos similares ao heparina, o diluidor natural do sangue que é administrado geralmente aos pacientes por via intravenosa para prevenir a coagulação sanguínea.

Os interesses científicos do valor medicinal das algas marinhas começaram em 1927 quando o Prof. Kondo da Tohoku University descobriu que povos japoneses que viviam em regiões onde grandes quantidades de algas eram regularmente consumidas gozavam de uma vida particularmente longa.

No Japão, a mais alta incidência de longevidade foi encontrada na vila de Oki Island cujos habitantes consomem grandes quantidades de algas marinhas das quais a sua economia local depende parcialmente. Comparada com outras regiões do Japão estas vilas também apresentam extraordinários níveis baixos de infartos. Em Okinawa, as algas marinhas também são consumidas em grandes quantidades e nestes grupos de ilhas do sudoeste as mulheres vivem mais tempo do que em qualquer outra região do Japão. Antes da 2ª guerra mundial não era incomum encontrar mulheres da ilha de Oki que tinham 70 anos ou mais, mergulhando no mar para pescar madrepérolas e algas vermelhas.

A partir dos trabalhos do Prof. Kondo, cientistas têm descoberto que as algas em adição a serem muito nutritivas têm propriedades antibióticas e anti-tumorais. As algas também ajudam na redução da pressão sanguínea e do colesterol do soro. Como resultado destas pesquisas alguns novos medicamentos têm sido desenvolvidos a partir deste cultivo submarino, tais como a laminina que é usada para reduzir a pressão do sangue.

No entanto, a mais importante descoberta moderna sobre as algas é a sua habilidade de limpar o corpo das toxinas. Na Mc Gill University no Canadá pesquisas médicas científicas lideradas pelo Dr. Tanaka realizadas entre os anos de 1960 a 1970 concluíram que as algas marinhas contêm uma substância que ajuda a eliminar metais pesados oferecendo inclusive proteção contra a atividade nuclear. Esta poderosa ação de limpeza tem sido ligada a uma substância chamada ácido alginico. O ácido alginico é um polissacarídeo que existe em abundância nas algas classificadas como algas marrons incluindo as algas kombu, hiziki, arame e wakame e que transforma metais tóxicos que possam estar presentes nos intestinos em sais inócuos que são facilmente eliminados.

Os Drs. Seibin e Teruko Arasaki, cientistas japoneses que publicaram vários livros sobre as algas, concluíram que metais pesados recebidos no corpo humano são mantidos insolúveis pelo ácido alginico nos intestinos e não podem, portanto ser absorvidos pelos tecidos do corpo. De forma que qualquer metal pesado, como bário, cádmio, chumbo, mercúrio ou zinco e mesmo o estrôncio radioativo que possam estar presentes nos intestinos, não serão absorvidos pelo organismo quando o ácido alginico estiver presente.

As pesquisas do Dr. Tanaka também mostraram que o ácido alginico contido nas algas pode ajudar a captar e remover qualquer toxina similar que já esteja estocada nos nossos corpos, conseqüentemente diminuindo o encargo do organismo. “A avaliação da atividade biológica das diferentes algas marinhas é importante devido a sua significância prática na prevenção da absorção de produtos radioativos de fissão atômica assim como no seu uso como um possível neutralizador natural” (Canadian Medical Association Journal).

Por milhares de anos, herbalistas e farmacologistas de todo o mundo tem realizado testes e experimentos com plantas medicinais. Muitos dos medicamentos modernos são derivados de extratos de plantas ou são cópias sintetizadas de substâncias originais derivadas de plantas. Embora no Japão e na China exista uma longa tradição do uso de algas marinhas para fins medicinais, a medicina moderna ainda olha estes remédios muitas vezes como um mero folclore.

Tratamentos médicos mais recentes como a talassoterapia e a algoterapia utilizam-se de algas marinhas, água do mar e lama dos oceanos principalmente como aplicações externas. Defensores destas terapias alegam que reduziram ou curaram sintomas de hipertensão, reumatismo crônico, gota, nevralgia, asma, eczema e até hemorróidas.

Para uso externo as algas eisenia e eckloniane são adicionadas por alguns japoneses a banhos quentes para ajudar no alivio da hipertensão. Outras algas marinhas como a alga arame podem também ser usadas para ajudar na dissolução de acúmulos de gordura e muco nas regiões do baixo abdômen e regiões reprodutivas. Recentemente cientistas identificaram o EPA (ácido eicosapentaenoico) um ácido graxo encontrado em peixes e em alguns óleos marinhos e também em algas marinhas que protegem contra a trombose uma coagulação das veias sanguíneas das pernas ou de outras extremidades que pode levar a complicações fatais.

Como os vegetais terrestres a qualidade das algas marinhas pode variar. No Japão a maioria das algas é fornecida em fardos por cambistas ou intermediários que compram dos cultivadores ou coletores em grandes quantidades. Os fardos de algas marinhas são depois empacotados e vendidos sob vários rótulos de alimentos orientais ou naturais. Grande parte das algas encontradas no mercado são algas cultivadas em baías que não contém necessariamente todos os valores nutricionais descritos acima. Métodos de cultivo e processamento industriais comprometem a qualidade de seus nutrientes essenciais. Para que as algas possam manter altos valores nutricionais é necessário que sejam cultivadas em seu habitat natural e devem ser colhidas em oceanos profundos (livre de poluição) e processadas por métodos tradicionais.

As algas podem ser usadas em saladas, sopas leves, cozidos, conservas, com feijões, vegetais, grãos, como condimentos, chás medicinais etc… Propriamente preparadas são deliciosas e provém uma variedade de diferentes sabores e texturas. No Japão, o café típico da manhã, o misso-shiro, é servido com arroz e inclui três tipos de algas: alga kombu para fazer o dashi (caldo), alga wakame cozida no caldo e alga nori tostada como condimento adicional.

Por todas estas razões nos sentimos altamente motivados a incluir estes tesouros do mar na nossa alimentação diária.

Classificação das algas comumente usadas na culinária e para fins medicinais:

Alga Kombu-rica em vitaminas e minerais essenciais como cálcio, ferro, iodo, vitamina A, B1, B2, C, B6, niacina e numerosos traços minerais.  A utilização da kombu na forma de chá, extrato ou em pó atua nos problemas de hipertensão. Pesquisas científicas têm mostrado que a laminina, um aminoácido encontrado na alga kombu é a chave de seu sucesso para reduzir a tensão. A alga kombu também abaixa o colesterol e alivia a retenção de líquidos.
Não é comum deixar a alga kombu de molho desde que os vários componentes que contam para o sabor da alga são solúveis em água. Para utilizar a alga kombu basta limpá-la com um paninho umedecido para remover qualquer sujeira ou areia. No caso do de molho ser necessário basta 5 a 10 minutos para hidratá-las. A água do de molho deve ser utilizada como base para caldos e molhos. Com a alga kombu se faz o dashi que é parte integral da culinária japonesa e chinesa desde que é o primeiro passo para muitos pratos tradicionais. O sabor e a qualidade do caldo ajudam a determinar o sabor do prato final.
Cozidas com feijões ajudam a amaciá-los, reduzem o tempo de cozimento, adicionam nutrientes alcalinizando-os e os tornam mais digestivos.
A alga kombu pode ser usada em conservas, condimentos, sopas, com grãos e feijões e com vegetais.

Alga Wakame-alga marrom, fina e alongada usada em variedades de pratos.
É rica em proteínas, cálcio, ferro, manganês e outros traços minerais. Possui sabor mais suave, adocicado e textura delicada sendo necessário apenas 1 a 3 min para a sua completa hidratação. É muito utilizada em sopas ou em caldos de misso ou shoyu com tofu podendo também ser utilizada crua (hidratada) em saladas ou tostada em condimentos diversos.

Alga Nori– rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C.
Um outro tipo de alga, a alga Ao Nori (alga verde) é altamente rica em ferro e proteína. Com a alga nori podemos preparar sushis, bolinhos de arroz e servi-las como acompanhamento de sopas, grãos e vegetais.

Algas Hiziki e Arame– Estas algas contém todos os minerais essenciais especialmente cálcio e ferro. O nome hiziki significa “portador de saúde e beleza” e tem o efeito de equilibrar os níveis de açúcar do sangue e promover um bom colorido facial e cabelos fortes e saudáveis. As algas hiziki e arame são abundantes em proteínas e muitas vitaminas essenciais. Embora ambas sejam classificadas como algas marrons possuem algumas diferenças importantes. A alga arame é a forma retalhada de folhas largas de erva marinha e possui um sabor mais suave. A alga hiziki é mais grossa e tem sabor mais forte do mar.
Para utilizá-las precisamos lavá-las rapidamente e deixa-las de molho para hidratá-las. Para a alga arame o tempo de de molho é de 5 minutos, para a alga hiziki de 10 minutos. A água do de molho pode ou não ser utilizada no cozimento proporcionando um sabor marinho mais forte ao prato e diminuindo a necessidade de maior quantidade de shoyu ou de outro tempero salgado. A alga hiziki ou arame depois de de molhada deve ser espremida e refogada com um pouco de óleo por alguns minutos e depois deve ser cozida com água fresca ou do de molho por 40 minutos ou até que o líquido tenha sido quase completamente absorvido. A alga arame pode ser cozida em menos tempo por aprox. 25 min. Ao final adicionamos shoyu e mirin (opcional) para dar o tempero certo. Estas algas podem ser refogadas com vegetais doces como cenoura, cebola, lótus, shitake, daikon seco, tofu frito ou seco. E ainda podem ser usadas em risotos com grãos como arroz painço e cevada e outros ou em saladas com molhos de tofu e outros molhos diversos. A água do de molho também pode ser utilizada em plantas do jardim ou na agricultura, pois contém altas concentrações de minerais que tornam o solo mais fértil e provido de minerais.

Alga Kanten ou Agar-agar- A alga kanten não contém calorias. É apresentada em barras, flocos ou em pó e endurece mesmo fora da geladeira na temperatura ambiente. Devemos dar preferência à alga kanten em barra ou em flocos, pois a alga kanten em pó é geralmente processada industrialmente em grandes fábricas perdendo a potencialidade de seus valores nutricionais.
A kanten em barra deve ser deixada de molho por 30 a 60 min. E depois removida do de molho e espremida levando a cozinhá-la na quantidade de líquido requerida pela receita em fogo médio sem mexer até ferver. Ao ferver, deve ser misturada levemente até a sua completa dissolução por aprox. 3 minutos. Os flocos podem ser utilizados diretamente sem necessidade do de molho.

Alga Nori (varias espécies da alga vermelha Porphyra): é uma espécie de folha feita a partir de algas marinhas amplamente utilizada em pratos da culinária japonesa. É geralmente de cor esverdeada ou avermelhada dependendo da espécie de alga empregada na fabricação. No Japão ele é geralmente de cor esverdeada. Pode ser usada para enrolar oniguiris e sushis , muito populares no Japão, também são muito usadas em migalhas, ou cortadas em pequenas tiras misturadas ou polvilhadas por cima da comida. A alga Nori é rica em proteína, cálcio, ferro, vitamina A, B e C. A alga nori contém duas vezes mais proteína do que algumas carnes.

mais-
Algas Marinhas é uma Excelente Fonte de Iodo: Como mencionamos acima, as Algas Marinhas ajudam a protege contra envenenamento por radiação devido ao seu alto teor de Iodo. Além disso, o Iodo é também importante para a tiroide, sistema imunológico e na regulação dos hormonais feminino.

Benefícios das Algas Marinhas Para a Tireoide: O Iodo é essencial para o funcionamento saudável da glândula tireoide. Pois, os altos níveis de iodo presentes nas Algas Marinhas ajudam a regular os hormônios da tireoide.

Algas Marinhas Ajudam no Combate ao Câncer: Há muito tempo se sabe que as mulheres japonesas, cujas dietas são ricas em Algas Marinhas, têm menores taxas de câncer no ovário, mama e câncer do endométrio. Um estudo da Universidade de Berkeley descobriram que uma dieta contendo Algas Marinhas reduziu as chance de ocorrência de câncer.

Algas Marinhas Ajudam na Prevenção do Câncer: O fucoidan é um composto presente nas Algas Marinhas que tem a capacidade de induzir a apoptose (morte celular) em células cancerosas.

Benefícios das Algas Marinhas Para Endometriose: Um pesquisador descobriu que mulheres com endometriose que foram suplementadas com 700 mg de cápsulas de Algas Marinhas por dia tiveram uma redução significativa na dor.

Algas Marinhas é um Agente Anti-inflamatório: As Algas Marinhas contém fucoidan, um carboidrato complexo, que é um poderoso anti-inflamatório.

Algas Marinhas possuir Antioxidantes Exclusivos: As Algas Marinhas contêm antioxidantes que não são encontrados em outros vegetais, os pesquisadores ainda estão descobrindo todos os benefícios que possam ter.

 

Vegetarianismo

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