Benefícios da Uva do Japão

29 mar 2017 | By

 

Nome Científico: Hovenia dulcis
Nomes Populares: Uva-do-japão, Banana-do-japão, Bananinha-do-japão, Caju-do-japão, Caju-japonês, Cajueiro-japonês, Chico-magro, Gomari, Macaquinho, Mata-fome, Passa-do-japão, Passa-japonesa, Pau-doce, Pé-de-galinha, Tripa-de-galinha, Uva-da-china, Uva-japão, Uva-japonesa, Uva-paraguaia
Família: Rhamnaceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
Clima: Continental, Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Temperado, Tropical
Origem: Ásia, China, Coréia do Norte, Coréia do Sul, Japão
Altura: 6.0 a 9.0 metros, 9.0 a 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene

A uva-do-japão é uma árvore caduca, de porte médio, muito utilizada na arborização urbana. Sua copa é aberta, de formato globoso a oval. O caule apresenta rápido crescimento e pequeno diâmetro. Sua casca é escura, de textura lisa a levemente fissurada. As folhas são ovais, verdes, brilhantes, de disposição alterna e caem no outono e inverno. As flores numerosas, surgem no verão. Elas são pequenas, hermafroditas, perfumadas, branco-esverdeadas e atraem muitas abelhas. Os frutos são cápsulas secas, marrons, sustentadas por pedúnculos carnosos, doces e de cor castanha. Cada fruto contém de 2 a 4 sementes amarronzadas. A dispersão das sementes é zoocórica (por animais).
Os frutos da uva-do-japão têm sabor aprazível, mas devem ser colhidos maduros. Quando verdes, têm sabor adstringente e quando passados, fermentam e ficam com gosto alcoólico. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de geléias. É uma árvore apropriada para o paisagismo urbano, em estacionamentos, rodovias, praças e parques. Devido ao seu tamanho um pouco avantajado (atinge cerca de 25 metros), a uva-do-japão não é indicada para arborização de calçadas sob fiação elétrica.
Por ser uma árvore que frutifica em abundância, ela têm sido amplamente utilizada na recuperação de áreas degradadas, com o objetivo de atrair a fauna (aves e mamíferos). No entanto têm se revelado uma espécie perigosamente invasora, que reduz a diversidade das matas nativas e se multiplica rapidamente com a ajuda dos animais.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e leve, com regas regulares no primeiro ano após o plantio. Não tolera encharcamento ou inundações. Multiplica-se por sementes e estacas. As sementes podem ser escarificadas para quebrar a dormência. A frutificação inicia-se de 3 a 4 anos após o plantio.
O tratamento é eficiente porque anula o efeito do álcool ingerido sobre os neurônios e sobre o cérebro de uma forma geral, fazendo com que a vontade de beber mais reduza e em caso de ressaca, corta o efeito produzido pela bebida.

Outro benefício reconhecido foi proteção do coração contra infartos, já que ajuda a desobstruir as artérias e regula as taxas de colesterol no sangue.

Com base nas referências literárias verificou-se que desde o frutos às sementes da planta possuem propriedades terapêuticas. As quais são indicadas para fins diurético, antiespasmódico, febrífugo, laxante, anti-hipertensivo, anti-fadiga, desintoxicação alcoólica, hepatoprotetor, antidiabético, antialérgica, antioxidante, anticâncer (folhas jovens inibem a multiplicação das células cancerígenas, com exceção da leucemia), neuroprotetor, antimicrobianos e antiparasitária.

Para obter  como fazer uso de seu tratamento e chá assista ao primeiro vídeo.

Vídeo botânico para conhecimento da planta

Jardineiro

Deixe uma resposta

%d blogueiros gostam disto: