Hipotireoidismo, tudo que você precisa saber sobre…

27 mar 2017 | By

TireoideO que é Hipotireoidismo?

Sinônimos: hipotiroidismo, mixedema, hipotireoidismo adulto

O hipotireoidismo é um problema no qual a glândula da tireoide não produz hormônios suficientes para a necessidade do organismo.

Causas
A glândula da tireoide é um órgão do sistema endócrino. Ela está localizada na região anterior do  sistema endócrino, ao redor da traqueia. Apesar de seu tamanho médio ser de 15 ml (o que dá menos da metade de um copinho de café descartável) ela é responsável pela produção de 2 hormônios: a triiodotironina (T3) e a tetraiodotironina (T4). Estes hormônios controlam como cada célula do corpo gasta energia – o chamado metabolismo.
Série Doenças da tireoide
Hipotiroidismo: saiba como a falta de hormônios da tireoide afeta o organismo –
A produção do T3 e T4 é regulada pelo hormônio TSH, que é produzido na glândula hipófise. O TSH age como se fosse um interruptor: quando faltam T3 e T4 no sangue, o TSH sobe (fica “ligado”) e com isso tenta normalizar os níveis destes hormônios. De forma inversa, quando T3 e T4 estão elevados no sangue o TSH fica “desligado” e seus níveis no sangue caem.
O hipotireoidismo acontece quando os níveis de T3 e T4 estão baixos. Nesse caso sintomas como cansaço, sonolência, dificuldade de perda de peso, cabelos e unhas secos e quebradiços além de raciocínio lento podem ocorrer.
O quadro pode acontecer por um período curto (agudo) ou longo (crônico). Vários fatores podem desencadear nesse problema,

incluindo:

Doenças autoimunes

As doenças autoimunes acontecem quando o sistema imunológico ataca e destrói tecidos saudáveis do corpo. Às vezes isso pode acontecer também com a tireoide, o que impediria a glândula de produzir as quantidades normais de hormônios. As causas dessas doenças, no entanto, ainda são nebulosas para os cientistas. Muitos acreditam que vírus, bactérias ou até mesmo a genética possam estar envolvidos.

Tratamento de hipertireoidismo

O hipertireoidismo é justamente o oposto do hipotireoidismo. As pessoas afetadas por ele produzem quantidades acima do normal de hormônios e precisam ser tratadas com medicamentos que estabilizem a produção na tireoide. Pode acontecer, no entanto, de a situação se inverter e o paciente passar a apresentar um quadro de hipotireoidismo após passar pelo tratamento.

Cirurgia de tireoide

Remover uma parte da tireoide durante procedimento cirúrgico pode prejudicar a produção de hormônios pela glândula. A alternativa para esses casos é a reposição hormonal durante todo o restante da vida.

Radioterapia

Muitos cânceres são tratados com radioterapia. O procedimento costuma causar muitos efeitos colaterais nos pacientes, e um deles pode ser o hipotireoidismo.

Medicamentos

Uma série de medicações pode contribuir para o quadro. Um deles, por exemplo, é o lítio, usado no tratamento de certos problemas psiquiátricos.

Menos frequentemente, o hipotireoidismo pode ser causado por:

Doença congênita

Alguns casos são desencadeados por um mal desenvolvimento da tireoide, que aconteceu intra-útero, ou seja, durante a gestação. Para esses casos, os especialistas deram o nome de hipotireoidismo congênito. Crianças com essa forma da doença podem não apresentar quaisquer sintomas depois do nascimento, o que pode causar complicações no futuro.

Distúrbio pituitário

Uma das causas mais raras é redução da produção do hormônio TSH pela hipófise, a glândula-mãe do sistema endócrino. Existem defeitos na linha de produção do TSH na hipófise que podem ocasionar o quadro, que neste caso chamamos de hipotireoidismo central. Também são causas de hipotireoidismo central: tumores na hipófise, lesões cerebrais e doenças autoimunes da hipófise.

Gravidez

Algumas mulheres podem desenvolver hipotireoidismo durante ou após a gestação, porque, muitas vezes, elas produzem anticorpos voltados para a sua própria tireoide – o que afetaria a produção dos hormônios. Vale ressaltar que sem o tratamento correto, aumenta o risco de parto prematuro e também de pré-eclâmpsia, uma condição em que a pressão sanguínea da mulher aumenta consideravelmente durante os últimos três meses de gravidez. O quadro também pode afetar o desenvolvimento do bebê, pois o cérebro em formação do bebê precisa receber os hormônios da tireoide para poder crescer adequadamente. É muito importante que a mulher que tem hipotireoidismo procure seu Endocrinologista assim que ficar grávida, assim ela poderá saber a dose correta do medicamento durante a gestação.
A deficiência de iodo que é um importante mineral para o corpo. Ele é encontrado principalmente em frutos do mar e representa um papel importantíssimo na produção de hormônios da tireoide. A deficiência de iodo pode prejudicar a produção de tiroxina e tri-iodotironina. Esse problema não costuma ser comum no Brasil, porque aqui o nosso sal é iodado por lei. Mas pessoas de muitos outros países que sofrem com as baixas quantidades de iodo na alimentação tem risco de desenvolver hipotireoidismo.

Fatores de risco

Embora qualquer um possa desenvolver hipotireoidismo, alguns fatores são considerados de risco para contrair a doença. Eles são:

Ser mulher
Ter 60 anos ou mais
Ser portador de uma doença autoimune
Ter histórico familiar de doença autoimune
Fazer uso de medicamentos que possam afetar a produção dos hormônios da tireoide
Passar por sessões de radioterapia
Já ter feito uma cirurgia de tireoide
Estar grávida ou ter dado à luz nos últimos seis meses.

Sintomas de Hipotireoidismo

Os sinais e sintomas de hipotireoidismo costumam variar, dependendo da pessoa e da gravidade do caso. Em geral, os sintomas manifestados tendem a se desenvolver lentamente, às vezes por muitos anos.
Na primeira fase da doença, você pode notar apenas alguns indícios, mas sem desconfiar do que pode-se tratar. Com o tempo, com alterações cada vez mais marcantes no metabolismo, os sintomas da doença podem começar a ficar mais evidentes, levando-o a procurar um médico.
Sintomas que ajudam a identificar o hipotireoidismo
Hipotireoidismo pode ser confundido com depressão e ansiedade
Fadiga
Sensibilidade ao frio
Prisão de ventre
Pele ressacada
Ganho inexplicável de peso
Inchaço no rosto
Rouquidão
Fraqueza muscular
Colesterol alto
Dores, sensibilidade e rigidez musculares
Queda de cabelo
Ritmo cardíaco mais lento
Depressão
Problemas de memória.

Se não for tratado, os sinais e sintomas do hipotireoidismo podem agravar-se cada vez mais.

Consulte um médico se você está se sentindo cansado sem qualquer motivo aparente ou apresentar qualquer um dos outros sinais ou sintomas de hipotireoidismo.

Se você operou a tireoide anteriormente, você também vai precisar consultar um médico com frequência para exames de checagem do funcionamento da tireoide. Se você tem colesterol alto, converse com um endocrinologista, pois a desregulação da tireoide pode estar entre uma das possíveis causas para o problema.

Além disso, se você está recebendo terapia hormonal como parte do tratamento para hipotireoidismo, visitas regulares ao médico também são necessários para acompanhamento. Ao longo do tempo, a dose de medicamento pode mudar.

Na consulta médica

No consultório médico, procure tirar todas as dúvidas sobre as possíveis causas do hipotireoidismo. Descreva seus sintomas e responda corretamente às perguntas do médico, que podem incluir:

Quando os sintomas começaram?
Seus sintomas são frequentes ou ocasionais?
Qual a intensidade de seus sintomas?
Você tomou alguma medida para tratar os sintomas em casa? Funcionou?

Diagnóstico de Hipotireoidismo

Como o hipotireoidismo é mais comum em mulheres mais velhas, alguns médicos costumam recomendar que mulheres acima dos 60 anos realizem exames de rotina para checar o funcionamento da tireoide. A mesma recomendação é feita para mulheres grávidas ou para aquelas que estejam planejamento uma gravidez.

Exames de sangue

O diagnóstico de hipotireoidismo é baseado nos sintomas do paciente e nos resultados de exames de sangue que medem o nível do TSH, o hormônio estimulante da tireoide, e, por vezes, o nível dos hormônios triiodotironina (T3) e a tetraiodotironina (T4) produzidos pela tireoide. Um baixo nível de T4 ou T3 e alto nível de TSH indicam uma disfunção da tireoide. Isso porque a hipófise acaba produzindo mais TSH em decorrência de um esforço maior para estimular a glândula tireoide a produzir mais hormônios.
Tratamento de Hipotireoidismo

O tratamento padrão para o hipotireoidismo envolve o uso diário de uma versão sintética do hormônio tetraiodotironina (T4): a levotiroxina. Esta medicação oral restaura os níveis hormonais adequados, revertendo os sinais e sintomas.
Os primeiros resultados do tratamento costumam aparecer de uma a duas semanas após o seu início. Essa medicação também reduz gradualmente os níveis de colesterol e ajuda a reverter, também, um eventual ganho de peso do paciente provocado pelo hipotireoidismo.
No entanto, para determinar a dose exata de levotiroxina, o médico geralmente verifica o nível de TSH após dois a três meses. Quantidades excessivas de hormônio podem causar alguns efeitos colaterais, como:
Aumento do apetite
Insônia
Palpitações cardíacas
Tremores

Se você tiver doença arterial coronariana ou hipotireoidismo grave, o médico pode iniciar o tratamento com uma quantidade menor de medicação e aumentar gradualmente a dosagem. Reposição hormonal progressiva é importante para adaptar o corpo ao novo metabolismo, que é mais acelerado.
Se utilizado nas doses corretas, a levotiroxina não costuma provocar efeitos colaterais
Mas atenção para medicamentos, suplementos e alimentos que possam afetar a capacidade do corpo de absorver levotiroxina. Converse com o médico antes de iniciar o tratamento. Alimentos com grandes quantidades de soja ou um dieta rica em fibras, por exemplo, podem prejudicar a absorção de levotiroxina pelo corpo. Suplementos de ferro e de cálcio também costumam ser contraindicados durante o tratamento.
Medicamentos para Hipotireoidismo

Os medicamentos mais usados para o tratamento de hipotireoidismo são:

Euthyrox

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

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Lista de 9 Suplementos para Hipotireoidismo –
Muitos pacientes continuam com sintomas mesmo com o tratamento com levotiroxina sódica (Puran T4, Levoid, etc). A prevalência dos sintomas pode estar ligada a carências nutricionais que afetam a produção natural de T4, a captação do hormônio sintético ou a sua conversão de T4 para T3.
Além de uma dieta adaptada ao hipotireoidismo ou à tireoidite de Hashimoto pode ser necessário tomar suplementação. A suplementação é ainda mais importante para quem não segue uma dieta adequada.
Estes são os suplementos mais importantes para pacientes com a tireoide lenta:
Iodo: Começar com comprimidos de alga marinha e uma dose de 325mcg/dia. A solução de Lugol também é um suplemento popular. Tomar sempre o iodo juntamente com selênio.
Selênio: Consumir alimentos ricos em selênio ou tomar 200 mcg/d em forma de selenometionina. Não exceda 400 mcg/dia de selênio.
Zinco: 15-30 mg/d como aminoácido quelato de zinco, picolinato ou glicinato.

Outros suplementos que podem ajudar:

Magnésio: de preferência na forma de glicinato de magnésio, uma forma altamente absorvível. Dosagem: 250-350 mg/dia.
Vitamina D: a dosagem vai depender de muitos fatores, incluindo o seu atual nível 25D, exposição ao sol, dieta, estado de saúde e local de residência.
Glutationa: 450 mg/d em forma lipossomal. Recomendado para doentes com Hashimoto ou doença de Graves.
Glândulas tireoidianas dissecadas. Além de T4 também contêm T3. Falar com o seu médico antes de tomar.
Vitamina C na forma lipossomal.
Vitaminas A e D provenientes de uma mistura de óleo de fígado de bacalhau fermentado e manteiga.

Agora vamos falar em detalhe sobre os minerais e vitaminas mais importantes.

Falaremos de:

1 Iodo
2 Selênio
3 Zinco
4 Vitamina D
5 Glândula Tireoide Dissecada
6 Qual a Sua Experiência com Suplementação?

Iodo

Eu sugiro a maioria das pessoas a satisfazer as suas necessidades de iodo e selênio ingerindo os alimentos que eu listei nas tabelas acima. No entanto, em casos de deficiência de iodo significativa ou quando os alimentos ricos em iodo e selênio não estão disponíveis ou tolerados, os suplementos podem ser necessários.

Suplementos de Iodo, alguns médicos recomendam doses muito elevadas de iodo, que vão de 12,5-50 mg ou mais por dia. Estas doses excedem a dose diária de iodo por várias centenas de vezes. Enquanto um pequeno grupo de médicos obteve sucesso com essa abordagem, os seus resultados não foram validados em estudos revisados e as pesquisas sugerem que pode haver riscos associados a doses tão altas.
Por esta razão, eu prefiro ter uma abordagem mais conservadora. Se você fizer a suplementação com iodo, é importante começar com uma dose baixa e aumentá-la lentamente ao longo do tempo. Isto irá reduzir o risco de reações adversas.
Também é importante garantir que você esteja ingerindo cerca de 200 mcg por dia de selênio (de preferência a partir de alimentos), porque a suplementação com iodo no contexto da deficiência de selênio tem demonstrado desencadear ou incentivar as condições autoimunes da tireoide.

Selênio
A suplementação de selênio tem demonstrado beneficiar as pessoas com doenças autoimunes tireoidianas. Um estudo descobriu que a suplementação com selênio reduziu os níveis de anticorpos de tireoide no sangue (um marcador de doença autoimune da tiroide), mesmo em pessoas que tiveram os níveis de selênio no sangue adequados.

Suplementos de Selênio, outro estudo constatou que a suplementação de selênio reduziu a inflamação em pacientes com doença autoimune da tireoide. No entanto, um grande ensaio clínico que examinou os efeitos da suplementação de selênio em longo prazo em homens de meia-idade descobriu um aumento do risco de câncer de próstata em 91%, quando os níveis de selênio foram normais ou altos no início do estudo.
Uma vez que a deficiência de selênio é rara nos EUA, este estudo faz-me cauteloso para recomendar a suplementação de selênio, apesar de seus benefícios para aqueles com doença da tireoide. Assim faz mais sentido atender às necessidades de selênio através da ingestão alimentar, uma vez que o risco dele se elevar é menor.

Zinco
Níveis baixos de zinco reduzem a conversão de T4 em T3, e estudos têm demonstrado que a suplementação de zinco pode melhorar a função da tireoide.
Uma dose de 15-30 mg de picolinato de zinco ou glicinato de zinco é o suficiente.

Vitamina D
A manutenção de níveis adequados de vitamina D é crucial para o funcionamento da tiroide. A vitamina D desempenha um papel importante no equilíbrio e regulação do sistema imune, o que é especialmente importante para pessoas com distúrbios tireoidianos autoimunes como Hashimoto e Graves.

Suplementos para o Hipotireoidismo. Não é nenhuma surpresa que a deficiência de vitamina D foi especificamente associada à doença tireoidiana, e que a suplementação de vitamina D tem demonstrado beneficiar as condições autoimunes da tireoide.
Dito isto pode ser possível atender às necessidades de vitamina D através da exposição ao sol e da dieta.

Glândula Tireoide Dissecada

Suplementos feitos a partir de glândulas da tiroide (geralmente de porcos ou vacas) liofilizados em pó podem ser tomadas na forma de cápsulas ou comprimidos. Estas cápsulas contêm hormônio da tireoide, por isso, devem ser usados ​​com cautela e de preferência sob a supervisão de um profissional.
Uma dose inicial pode ser de 60 a 75 mg na parte da manhã. Continue com essa dose durante 5 a 7 dias. Se você não tiver notado uma melhora significativa, aumente em 60 a 75 mg e mantenha essa dose durante mais cinco a sete dias antes de aumentar novamente. Não exceda 300 mg por dia sem a permissão do seu médico.
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Tratando naturalmente

Cloreto de magnésio para tratar o hipertireoidismo naturalmente, ajuda a regular a segregação de hormônios
Você sofre de hipertireoidismo e está buscando um remédio natural? O cloreto de magnésio pode te ajudar a tratar este problema sem te causar quase nenhum efeito secundário.

Talvez você já saiba que o magnésio é um mineral essencial para o bom funcionamento do seu organismo, já que intervém em muitas das suas funções. Por exemplo, desempenha um papel muito importante na prevenção de doenças cardiovasculares, na saúde dos ossos, no relaxamento dos músculos, etc.
Está cientificamente comprovado que uma deficiência deste mineral no seu corpo pode te ocasionar várias doenças de diferente tipo e gravidade, como o câncer. Recentemente, foi possível descobrir através de investigações científicas, que este importante mineral pode ser muito eficaz para tratar o hipertireoidismo.

Benefícios terapêuticos do cloreto de magnésio para tratar o hipertireoidismo
Para que você saiba quanto você deve consumir por dia e como preparar o cloreto cristalizado, eu te convido a que você olhe atenciosamente o seguinte vídeo.

Segundo os dados recolhidos nestas investigações, o magnésio desempenha um papel essencial na segregação de calcitonina, um hormônio que se produz naturalmente pelas células parafoliculares da glândula tireoide. Quando este componente se libera no seu organismo de forma desequilibrada, se reduzem os níveis de cálcio no sangue, podendo se produzir o desenvolvimento de muitas doenças.
A deficiência de magnésio pode ser um desencadeante deste processo. Infelizmente, se estabelece um terrível círculo vicioso, já que por um lado os baixos níveis deste mineral podem provocar que sua glândula tireoide não funcione corretamente podendo te ocasionar hipertireoidismo.
Por outro lado, a quantidade excessiva de hormônio tireoide presente nesse transtorno diminuiu a absorção de magnésio no seu corpo, razão pela qual é provável que você sofra de deficiência dele.
Nos estudos citados antes, foi possível estabelecer que voluntários que sofriam de hipertireoidismo e a doença de Graves, notaram uma grande melhora em muitos dos sintomas principais destas doenças, desde que começaram a consumir o cloreto como suplemento do magnésio.
Consumo de cloreto de magnésio
Já há certo tempo, o cloreto de magnésio se tornou um suplemento de muito prestígio. Isto se deve aos múltiplos benefícios que pode oferecer à sua saúde, já que é o suplemento de magnésio que o corpo assimila com maior facilidade.
Você pode encontrar no mercado, apresentado em diferentes formatos:
Em comprimidos
Em cápsulas
Cristalizado

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